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Disputa entre polícias Civil e Federal paralisa
investigações sobre desabamento no centro do Rio
Instituições aguardam decisão da Justiça para saber com quem ficará o inquérito
Adriano Ishibashi / AE

Prédios desabaram no dia 25 de janeiro; 17 pessoas morreram
O inquérito que apura as causas dodesabamento de três prédios na avenida Treze de Maio, no centro do Rio de Janeiro, que deixou 17 mortos em janeiro, está parado na Justiça. Uma disputa entre as polícias Civil e Federal impedia até a última terça-feira (6) que a Delegacia Mem de Sá (5ª DP) desse continuidade às investigações. As duas instituições aguardam uma decisão da 31ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça.
Assista ao momento dos desabamentos
Veja a cobertura completa em vídeos
O delegado Fábio Scliar, da Polícia Federal, disse que enviou um ofício ao delegado Alcides Alves, titular da 5ª DP, informando que o acidente afetou o prédio principal do Theatro Municipal, que é tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), e que, por este motivo, o inquérito ficaria sob responsabilidade da PF.
- O evento que causou o desmoronamento e as mortes é o mesmo que causou danos ao Theatro Municipal. Os crimes são oriundos do mesmo evento. Existe um código que explica que, neste caso, a Justiça Especial prefere à Justiça Comum. Neste caso, a Justiça Especial é a Polícia Federal.
O delegado Alcides Alves disse que aguarda uma decisão da Justiça para dar continuidade às investigações. Segundo ele, caso a PF assuma os trabalhos, a instituição terá que investigar tudo.
- A Polícia Federal informou sobre o dano ao Theatro Municipal e solicitou que as investigações fossem feitas por eles. Agora, tem que aguardar a decisão da Justiça para saber o destino do inquérito. Se for para a Polícia Federal, eles terão que investigar tudo e nós sairemos do percurso. Quero crer que a Justiça se manifeste rapidamente para não atrapalhar o andamento dos trabalhos.
A porta-voz da Associação das vítimas da Treze de Maio, Simone Argolo, criticou o desentendimento dos órgãos públicos e disse que vai procurar saber quanto tempo esta decisão da Justiça levará para sair.
- Nós já designamos um advogado para tomar conhecimento desta situação. Isso que está acontecendo só prova o desentendimento dos órgãos públicos. As provas disso foram os corpos encontrados em um lixão.
Assista ao momento dos desabamentos
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O delegado Fábio Scliar, da Polícia Federal, disse que enviou um ofício ao delegado Alcides Alves, titular da 5ª DP, informando que o acidente afetou o prédio principal do Theatro Municipal, que é tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), e que, por este motivo, o inquérito ficaria sob responsabilidade da PF.
- O evento que causou o desmoronamento e as mortes é o mesmo que causou danos ao Theatro Municipal. Os crimes são oriundos do mesmo evento. Existe um código que explica que, neste caso, a Justiça Especial prefere à Justiça Comum. Neste caso, a Justiça Especial é a Polícia Federal.
O delegado Alcides Alves disse que aguarda uma decisão da Justiça para dar continuidade às investigações. Segundo ele, caso a PF assuma os trabalhos, a instituição terá que investigar tudo.
- A Polícia Federal informou sobre o dano ao Theatro Municipal e solicitou que as investigações fossem feitas por eles. Agora, tem que aguardar a decisão da Justiça para saber o destino do inquérito. Se for para a Polícia Federal, eles terão que investigar tudo e nós sairemos do percurso. Quero crer que a Justiça se manifeste rapidamente para não atrapalhar o andamento dos trabalhos.
A porta-voz da Associação das vítimas da Treze de Maio, Simone Argolo, criticou o desentendimento dos órgãos públicos e disse que vai procurar saber quanto tempo esta decisão da Justiça levará para sair.
- Nós já designamos um advogado para tomar conhecimento desta situação. Isso que está acontecendo só prova o desentendimento dos órgãos públicos. As provas disso foram os corpos encontrados em um lixão.

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